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31 de outubro – Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA)

Por Carol Andrade

O maestro Carlos Prazeres e a Orquestra Sinfônica da Bahia valorizam a cultura e o sotaque da nossa terra (Foto: Adenor Gondin/Divulgação)

O maestro Carlos Prazeres e a Orquestra Sinfônica da Bahia valorizam a cultura e o sotaque da nossa terra (Foto: Adenor Gondin/Divulgação)

A Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) nasceu nos anos 80 e já esteve sob o comando de maestros muito conceituados como John Neschling, Isaac Karabtchevsky, Christopher Warren-Green, Alex Klein e Olivier Cuendet e Ricardo Castro. Hoje, quem está à frente da orquestra é o maestro Carlos Prazeres, que além de supersimpático e talentoso, ainda promoveu mudanças significativas na direção artística da OSBA.

“As primeiras ações do maestro tiveram o objetivo de inserir a OSBA na sociedade baiana, criando vínculos entre a Orquestra e a cultura do Estado”, diz o texto do site oficial da nossa Sinfônica. E foi isso que aconteceu. Com formação de plateia, através do projeto Concertos Didáticos, o soteropolitano foi se aproximando cada vez mais da sua orquestra. O próprio Cine Concerto (já falamos lá em janeiro!), sucesso absoluto na programação da OSBA, já esgota cerca de duas semanas antes do espetáculo. O projeto de tocar as mais clássicas trilhas sonoras de filmes foi lançado sem a menor pretensão, mas ganhou o público jovem que cobrou por mais edições.

A história da Orquestra é muito anterior ao Cine Concerto, lógico, e ela já acompanhou grandes nomes da música clássica como Luciano Pavarotti, Montserrat Caballé e Milla Edelman. Apresentações ao lado do Ballet Kirov, Ballet Bolshoi e Ballet da Cidade de Nova York e participação na montagem de várias óperas também são destaques na trajetória da OSBA.

Outra das ações criadas pelo diretor artístico Carlos Prazeres é a divisão da programação anual em séries de concertos com grandes nomes de personalidades da nossa cultura. Ou você nunca ouviu falar na Série Jorge Amado? E ainda existem as séries Glauber Rocha, Carybé e Manuel Inácio da Costa. Tudo pensado para estreitar os laços da música clássica com a Bahia. Além das temporadas de concerto e dos Concertos Didáticos, a OSBA promove ainda o Projeto Cameratas, que leva parte da orquestra para visitar e se apresentar em escolas, igrejas, centros culturais e órgãos comunitários em geral.

Ao lado do Neojiba, BTCA e outros projetos, a OSBA integra o conjunto de corpos artísticos do Teatro Castro Alves. Patrimônio público da nossa cidade e do nosso estado. São mais de 70 músicos em perfeita harmonia, que mal dá para acreditar. De spalla à oboé, de violinos à piano, de harpa à percussão, de clarinete à tuba. Tantos instrumentos, numa sinfonia que nossos ouvidos agradecem. Para sentir a música e viajar!

Para anotar na agenda: a próxima apresentação da OSBA acontece no dia 7 de novembro, celebrando o centenário de Walter Smetak, às 20h30, por R$20 (inteira) e R$10 (meia).

+ infos:
Site: Orquestra Sinfônica da Bahia

motivo #304

This entry was written by carolangom and published on October 31, 2013 at 6:12 pm. It’s filed under música and tagged , , , , , , , , , . Bookmark the permalink. Follow any comments here with the RSS feed for this post.

One thought on “31 de outubro – Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA)

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