365 motivos para amar Salvador

19 de novembro – Circo Picolino

Por Carol Andrade

A arte circense é uma das mais resistentes no cenário cultural de Salvador e uma das mais especiais para crianças e jovens (Foto: Divulgação/Circo Picolino)

A arte circense é uma das mais resistentes no cenário cultural de Salvador e uma das mais especiais para crianças e jovens (Foto: Divulgação/Circo Picolino)

O circo mais simbólico da cidade nasceu na década de 80 e é filho dos artistas Anselmo Serrat e Verônica Tamaoki. Prestes a completar 30 anos de atividades, o Picolino ainda é motivo para muitas alegrias em Salvador. Seja com a Escola de Circo e Artes ou com alguns projetos paralelos, como as terças do Circo, Choro e Riso. O Circo ainda tem o seu charme, misturando educação, arte, atividades lúdicas, música, cinema e mais.

Há pelo menos seis meses, o picadeiro recebe o grupo musical Carinhosos e os seus convidados, além dos próprios artistas da Companhia Picolino. Já passaram por lá as cantoras Juliana Ribeiro, Cláudia Cunha, Ana Mametto e Lia Chaves, e ainda os músicos do Grupo Barlavento, Paulinho Boca, Carla Visi, Raimundo Sodré, o alemão Bernard Snyder, o cantor cubano Alexey Martinez, entre outros tantos artistas. A festa sempre começa às 20h e a noite é bem animada. Isso quer dizer que no meio da semana já dá para fazer um movimento com os amigos.

Mas em todos os outros dias, a festa acontece nas aulas de arte circense. É que o Circo Picolino está intimamente ligado à Escola. Já em 1997, o projeto se desdobra na Associação Picolino de Artes e Circo com o objetivo de atender crianças e jovens carentes, trabalhando com a arte-educação.

Alguns alunos formados no próprio circo, se destacaram e acabaram se tornando professores do Picolino. É o caso da Companhia de Circo Picolino, composta por artistas formado na própria escola que apresentam espetáculos como Panos, Batuque e GuerReiro, por exemplo.

Entre as atividades, uma das mais procuradas são as aulas de tecido ministradas pela artista Luana Serrat, conhecida também por comandar sua própria companhia e o espetáculo Moças Aéreas.

A arte circense resiste aos séculos e, pelo menos aqui em Salvador, precisa de revitalização, mas sobretudo com a colaboração dos espectadores e amantes do circo. Por isso, a melhor forma de começar a curtir este que é um dos nossos memoráveis equipamentos culturais (imagine quantos shows históricos o Circo Picolino já abrigou) é começar a visitar. O projeto Circo, Choro e Riso, às terças, pode ser um bom começo, né?

+ infos:
Bahia Notícias: Temos uma resistência que eles nem imaginam’, diz diretor do circo Picolino
Circo Picolino: Site 
Escola Picolino: Facebook e Aulas
Cia Luana Serrat: Facebook

motivo #323

This entry was written by carolangom and published on November 19, 2013 at 4:03 am. It’s filed under arte, instituição and tagged , , , , , , , , . Bookmark the permalink. Follow any comments here with the RSS feed for this post.

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